5.11.07

Por que eu amo tênis (e o Gasquet e o Djokovic)

Essa cena aconteceu após a final do torneio de Estoril, em Portugal, em maio deste ano, onde o sérvio Novak Djokovic sagrou-se campeão ao bater o francês Richard Gasquet por dois sets a zero, parciais de 7-6 (9-7), 0-6 e 6-1.

Estes são dois representantes da nova geração do tênis, e dois dos mais talentosos tenistas da atualidade. E eles fazem festa, como você pode ver. Gasquet, vencido, esguicha champanhe nas costas de Djokovic, e parece se divertir tanto quanto o campeão. Dois jovens que seguramente ainda têm muitos torneios pela frente, muitas vitórias e derrotas, muitas glórias e lágrimas esperando por eles. Eles celebram. Me alegra demais a atitude do Richard, com esse sorriso no rosto mesmo após uma derrota. Derrota? Bom, um rapaz de 21 anos que chega à final de um dos torneios mais importantes do ano, e termina a temporada entre os oito melhores do mundo, certamente não é um derrotado. Eu, aliás, acho que ele só tem motivos pra comemorar mesmo. Que estoure muitas Veuve Clicquot por aí! E o carismático Novak me enche de alegria também, ao demonstrar a generosidade de um verdadeiro campeão, em compartilhar sua felicidade com todos, especialmente com a única pessoa que faz todos os seus triunfos possíveis: seu adversário!

Obrigada, Richard e Novak, por me mostrarem, em um descontraído banho de champanhe, que ainda há salvação para a humanidade.


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